A respiração está ofegante,
Seu mundo fica distante.
O orvalho cai da planta,
Como a lágrima escorre em sua face.
Seu coração vai reestruturando,
Achando os pedaços pelo chão.
Tenta inutilmente dormir,
Pois seus pensamentos não a deixam.
Sutilmente, a dor vai a consumindo,
Fazendo-a dormir.
O dia estava raindo,
Ela foi se acordando.
Acabou com o resto da vodca,
Tentando esquecer a noite anterior.
O efeito começou a surgir,
Ela apaga.
Depois se acorda,
Começando tudo outra vez.
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